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Serviços de Atendimento ao Usuário estão disponíveis em rodovia estruturada pela EPL

10 de setembro de 2020

Serviços de Atendimento ao Usuário estão disponíveis em rodovia estruturada pela EPL

Desde o dia 1º de setembro, os motoristas que trafegam pelo trecho de 437 quilômetros da BR-364/3645 entre as cidades de Jataí (GO) e Uberlândia (MG) podem contar com socorro médico, mecânico e outras formas de atendimento ao usuário. Essas e outras melhorias realizadas pela concessionária responsável pela rodovia fazem parte do projeto feito pela Empresa de Planejamento e Logística (EPL) para a concessão do ativo.

Os estudos que determinam os investimentos a serem realizados na rodovia foram feitos pela EPL, em parceria com a Agência Nacional dos Transportes Terrestres (ANTT), e aprovados pelo Tribunal de Contas da União em maio de 2019. Após a publicação do edital, o leilão foi realizado em setembro e a Ecovias do Cerrado assumiu a rodovia em janeiro deste ano.

Melhoria imediata – Com oito meses de operação, os trabalhos iniciais feitos pela concessionária tiveram o objetivo de solucionar problemas localizados e garantir condições mínimas de conforto e segurança aos usuários. Logo nas primeiras semanas foram realizadas atividades como poda de vegetação e limpeza dos sistemas de drenagem, serviços que evitam acúmulo de água na pista e aumentam a segurança dos usuários. Além disso, já foram feitos consertos no pavimento para a eliminação de depressões, recomposição e correções de degraus. Em três meses, foram aplicadas mais de 20 mil toneladas de Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ) para recuperação asfáltica e outros reparos.

Em julho deste ano, mais de 75% de toda a malha viária assumida já havia sido recuperada. Na época, com 90 frentes de obras ao longo da rodovia, foram gerados 1.100 empregos. Já em agosto, foi entregue a duplicação do trecho entre os municípios mineiros de Uberlândia e Monte Alegre de Minas, com a conclusão segunda etapa da obra do Trevo de Xapetuba.

Essas obras e serviços são remunerados pela Tarifa Básica de Pedágio (TBP). Esse é o valor pago pelo usuário às concessionárias das rodovias federais concedidas. O trabalho da estatal envolve fazer um projeto que consiga equilibrar as melhorias elencadas pelo poder público, o ritmo de obras e serviços e o pedágio que pode ser cobrado pelo concessionário. Além disso, a estatal busca nos contratos de concessão internacionais inovações que garantam uma experiência ainda melhor ao condutor.

“A concessão é um projeto financeiro. Se pesarmos a mão em obras, o pedágio acaba pesando demais no bolso do cidadão. Por outro lado, tarifas baixas com muitas obrigações podem gerar um projeto não se sustenta e corremos o risco da concessão ser devolvidas sem as obras necessárias sejam feitas. Nosso trabalho é conseguir levar as melhorias necessárias a um custo justo, pois esse vai ser o motor do desenvolvimento da região”, explica o diretor-presidente Arthur Lima.

Investimentos - A Ecovias do Cerrado será responsável por realizar investimentos de R$ 4,57 bilhões ao longo do contrato, que tem duração de 30 anos. Além de custos com conservação, operação e monitoramento, o valor será aplicado em obras para a duplicação de 44,2 quilômetros, construção de 160 quilômetros de terceira faixa e 19,4 quilômetros de vias marginais, a implantação de 80 quilômetros de acostamentos, três novos dispositivos de interconexão, nove passarelas de pedestres, sete melhorias de interseções, uma passagem inferior, iluminação nas travessias urbanas e nas vias marginais, dentre outras melhorias.